Crédito: Larissa Warnavin - Paris, outono/2012.
Individualismo, egoísmo... é tanta coisa pra falar/escrever. Me percebo nos últimos dias na tentativa de identificar como é manifesto meu individualismo, creio que ele exista e seja positivo, pois diz respeito somente a mim, se manifesta de forma bastante clara, pois me permite autossuficiência em algumas ocasiões. Porém, um texto que li ontem me intrigou, versa sobre a confusão que se realiza ao abordar individualismo e egoísmo, apontando que o egoísta utiliza da falsa manifestação de individualismo para se aproveitar das relações, pois não consegue realmente ficar sozinho, e pensei que talvez não seja por aí. Um individualista, apesar de gostar de sua própria companhia, e achá-la a melhor de todas, sente também necessidade de convivência social, de carinho, de afeto, de companhia, nada tem haver com dependência e sim com compartilhar. É com este tipo de exemplo, que entendo o perigo dos rótulos, quando dois rótulos se parecem, mas são entre si absolutamente diferentes e não tem relação. Continuarei exercitando meu individualismo e procurando ser menos egoísta.

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